O Brasil tem um dos mais elevados índices de homicídios do mundo, com mais de 48 mil pessoas mortas a cada ano. Os assassinatos cometidos por facções, internos, policiais, esquadrões da morte e assassinos contratados são, regularmente, manchetes no Brasil e no mundo. As execuções extrajudiciais e a justiça dos vigilantes contam com o apoio de uma parte significativa da população que teme as elevadas taxas de criminalidade, e percebe que o sistema da justiça criminal é demasiado lento ao processar os criminosos.
Esse é o primeiro parágrafo do relatório "Promoção e proteção de todos os direitos humanos, civis, políticos, econômicos, sociais e culturais incluindo o direito ao desenvolvimento", feito pelo Relator Especial da ONU que trata de execuções extrajudiciais, sumárias ou arbitrárias, Dr. Philip Alston.
Um dia, quem sabe, ainda seremos um país melhor.
Veja a íntegra do Relatório.
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