segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Advocacia pró-bono, ninguém mais tocou no assunto

Li no blog da jornalista Adriana Carranca, que jovens advogados no Afeganistão, estão criando a Associação Independente de Advogados do país, tipo uma OAB. Entre as metas estão o trabalho pró-bono (gratuito) em processos criminais, além disso, será reservada uma cota para mulheres na direção da organização e nos comitês.
Lembro que em 2007, acompanhei um evento na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, no qual entidades de peso da advocacia paulista se comprometiam em criar metas para a implantação do trabalho pró-bono. Depois disso, nada mais vi sobre o assunto.
Nunca ouvi, também, que a OAB tivesse interesse em reservar cotas para a participação de mulheres na entidade, embora se saiba que o número de mulheres advogadas seja bastante expressivo.
Depois de assistirmos a luta política entre a Defensoria Pública paulista e a OAB sobre o atendimento jurídico à população carente, o retorno ao tema do trabalho pró-bono poderia ser uma opção a mais.

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